TEMPO DE MULTIPLICAÇÃO

16/01/2010 16:11

Gostaria de convidá-lo a meditarmos neste versículo específico da Palavra de Deus. Hoje vamos começar meditando sobre a primeira parte do versículo: "A igreja, na verdade, tinha paz por toda a Judeía, Galiléia e Samaria, ..."

Partindo do princípio que a igreja somos nós, vamos ver qual tem sido nosso comportamento no que diz respeito a "paz", pois a igreja em Atos tinha paz ao seu redor. Como filhos de Deus, sabemos que a paz é um fruto do Espírito. Como tem faltado esse fruto em nós e nos deixamos arrastar por essa enxurrada de agitação que nos cerca todos os dias. Não lembramos mais que temos um refúgio em Deus, onde podemos ficar escondidos dos vendavais da vida. Fazemos parte desta geração nervosa, estressada, cansada e tudo o mais. Dificilmente conseguimos diferenciar um cristão de um não-cristão, neste ponto, os comportamentos são idênticos. Vivemos em um mundo carente de paz, tantas são as tentativas para apaziguamento entre pessoas, povos, nações e etc... Mas gostaria de chamar a atenção para o seguinte, se o homem não estiver em paz, consigo mesmo, com Deus, como terá paz com os seus semelhantes? A paz é possível? Sim, claro! Jesus disse: Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou... Temos que aprender a tomar posse desta paz e deixar que invada todo o nosso ser, precisamos nos tornar pessoas pacíficas. Existem muitos cristãos que andam doentes por falta de paz em seus corações, são muito belicosos em seus relacionamentos, guerreiros, não prezam a harmonia e assim vivem em um verdadeiro tumulto diário.

Há paz ao nosso redor? O que estamos fazendo para que isto se torne realidade?

Quando um filho ou filha de Deus tem que tomar uma decisão importante, ele deve consultar a Deus em oração, a Bíblia diz que: a paz seja o árbitro em vossos corações, se sentimos paz devemos fazer e se não sentimos não devemos ir adiante. Mas quando não há paz em nosso coração, como será isso possível? Precisamos pedir que o Espírito Santo gere essa paz em nossos corações. Este versículo possui verdades profundas, estamos como igreja buscando esse alvo, a multiplicação, mas multiplicação com qualidade. Somos pacificadores ou fomentadores de rebelião e confusão?

Graça e paz, e até a próxima meditação nesse texto.